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MIRTILO – A FRUTA DA LONGEVIDADE PDF Imprimir E-mail

MIRTILO – A FRUTA DA LONGEVIDADE

 

Fruta até pouco tempo desconhecida, o mirtilo vem tornando-se cada vez mais popular, sendo apontado agora no Brasil como sinônimo de saúde e longevidade. Também conhecido como blueberry, em inglês, ou arándano, em espanhol, esta espécie frutífera nativa dos Estados Unidos e Canadá tem sua popularidade e interesse tanto de produtores como consumidores associados às excepcionais propriedades funcionais da fruta, que tornaram-na conhecida como fruta da longevidade. Sua riqueza em pigmentos antocianos, substâncias de alto poder antioxidante e preventiva de doenças degenerativas, seu sabor único e sua cor inconfundível são fatores que atraem diretamente o consumidor e também o produtor rural. O mirtilo foi introduzido no Brasil em 1983, pelo então pesquisador da Embrapa Clima Temperado, Alverides Machado dos Santos, em Pelotas (RS), a partir de plantas provenientes da Universidade da Flórida. Sua expansão na agricultura deu-se a partir de 2003, concentrando a maior produção ainda no estado do Rio Grande do Sul.

Quanto à composição nutricional, o mirtilo possui teores considerados de vitamina C e fibras. E de acordo com pesquisas divulgadas pela UNICAMP e UFRGS, o mirtilo é o alimento com a maior concentração de antocianinas já estudada até o momento, apresentando mais de 25 tipos de antocianos, que vem a ser o pigmento vermelho muito intenso, quase que violeta ou roxo-azulada, que concentra as propriedades medicinais da fruta.

Suas propriedades medicinais recaem sobre a prevenção de doenças neurodegenerativas, como o Mal de Alzheimer, o mal de Parkinson e a esclerose lateral amiotrófica, além da prevenção do câncer e envelhecimento celular. Outro benefício comprovado é a prevenção e tratamento da catarata e glaucoma, com a possibilidade de reverter ou evitar maiores complicações, melhorando a capacidade de leitura e o foco visual.

O mirtilo encontra-se disponível em alguns supermercados e mercearias mais refinadas, muito bem embalado e refrigerado nos meses de janeiro a fevereiro, e congelado fora desta época. Sua aparência é semelhante ao araçá, porém de cor azul, do tamanho de uma uva. Seu consumo in natura, ou em forma de suco, é o mais recomendado para que sejam extraídas suas propriedades medicinais. Por apresentar sabor exótico e agridoce, já é apreciado por diversos chefs no preparo de pratos doces e salgados. No mercado internacional, como EUA e Europa, seu consumo é muito elevado, sendo encontrado na forma de sucos, geléias, iogurtes, tortas, licores, cereais e diversos cosméticos, que aliam o sabor e o aroma desta deliciosa fruta. Experimente logo!

 
O ABACATE COMO ALIMENTO FUNCIONAL PDF Imprimir E-mail

O ABACATE COMO ALIMENTO FUNCIONAL

Por ser considerada uma das frutas mais calóricas, o abacate ainda não faz parte da rotina alimentar da maioria das pessoas. Porém, é salutar rever este conceito, pois as pesquisas estão demonstrando que o mesmo óleo responsável pelas temidas calorias desta fruta também apresenta propriedade nutricional importante para a manutenção da saúde, especialmente do coração e cérebro.

Em pesquisa recente, realizada na Esalq-USP, publicada na Revista Ciência e Tecnologia de Alimentos, foi constatado que o óleo de abacate possui substâncias bioativas capazes de prevenir e controlar as dislipidemias (níveis anormais de gorduras no sangue). Nesta pesquisa pode-se comprovar que o perfil de ácidos graxos e esteróis do abacate é semelhante ao perfil do azeite de oliva, podendo desta forma melhorar a qualidade de muitos alimentos industrializados. Um bom exemplo é substituir o óleo de soja nas composições de óleos mistos de oliva, oferecendo à indústria e ao consumidor um produto mais nutritivo e com menor custo. A pesquisa também mostrou que os processos de extração e refino do óleo a partir da variedade estudada, são tecnicamente viáveis, o que o torna excelente matéria-prima para a indústria de alimentos. As pesquisas da Universidade da Califórnia mostraram que o abacate possui quantidades generosas de vitamina E e luteína. Outras pesquisas mostraram que ele é rico em glutationa e beta-sisterol. Todas estas substâncias possuem efeito antioxidante e potente ação anticancerígena. Merece destaque o beta-sisterol por participar no mecanismo da diminuição do mau colesterol, e a luteína que protege contra cataratas e a degeneração macular, muito comum em idosos. De acordo com a pesquisa realizada na Universidade de Shizuoka, no Japão, foi comprovado que a fruta protege o corpo contra toxinas que prejudicam o fígado e dentre 22 qualidades de frutas pesquisadas, o abacate mostrou-se o mais capaz em diminuir danos provocados no órgão (fígado) por fatores semelhantes aos causados pelo vírus da hepatite.

E ainda, segundo pesquisa da Universidade Estadual de Ohio, USA, o abacate quando consumido junto de uma alimentação mista, potencializa a absorção de substâncias como o licopeno, alfa e beta-carotenos, que são úteis na prevenção de cânceres. Essa experiência mostrou que pessoas que consumiam saladas com abacate absorviam 8,3 vezes mais alfa-caroteno; 13,6 vezes mais beta-caroteno; 4,3 vezes mais luteína e 4,4 vezes mais licopeno.

Os diabéticos também são favorecidos com a ingestão desta fruta, pois ajuda no controle do colesterol ruim e ainda melhora a tolerância a glicose, reduzindo a resistência à insulina.

O abacate pode e deve ser consumido cru, ao natural ou adicionado de sucos cítricos (laranja e limão) ou de outras frutas ou ainda na versão salgada e temperada sobre saladas, torradas, pães, etc. Portanto, sabendo do seu generoso valor nutricional é preciso fazer do abacate uma fruta mais presente nos hábitos alimentares, observando que seu consumo não deve ultrapassar ½ xícara de chá/dia, extraindo assim o seu poder funcional (medicamentoso), sem prejudicar a silhueta.

 
Constipação intestinal PDF Imprimir E-mail

CONSTIPAÇÃO INTESTINAL

A medicina convencional define constipação intestinal quando o indivíduo realiza menos de duas ou três evacuações por semana.

Discordando deste paradigma, a medicina preventiva considera essencial que haja ao menos uma evacuação ao dia, e sempre que possível duas ou três. Esta regularidade na freqüência evacuatória é muito importante na manutenção da saúde, porque sem esta, as toxinas começam a se acumular e podem retornar para a circulação sanguínea causando inúmeras alterações no equilíbrio orgânico. As principais queixas inerentes a este desequilíbrio estão: enxaqueca, indisposição física, sensação de plenitude constante (empachamento), gases intestinais, alterações do estado de humor e depressão. Estudos recentes comprovam que indivíduos com constipação crônica têm taxas mais elevadas de depressão e ansiedade.
A constipação também pode aumentar o risco para hemorróidas, impactação fecal e diversas doenças intestinais, inclusive o câncer.

A constipação é um problema muito comum, especialmente nas mulheres, que há muito tempo lideram as estatísticas. Felizmente é uma situação que pode ser facilmente sanada através de uma reavaliação no estilo de vida.

Dentre as principais causas para o surgimento da constipação está a dieta desequilibrada, rica em alimentos refinados e frituras, baixo consumo de vegetais e frutas, hidratação inadequada além da forte influência do estado emocional. Outros fatores envolvidos estão mastigação acelerada, presença de hipotiroidismo, síndrome de intestino irritável, desrespeito aos sinais fisiológicos para evacuar além do uso abusivo de laxantes. Vale notar que até mesmo alguns laxantes intitulados como naturais, que é o caso de Senne, Cáscara Sagrada e Almeida Prado 46, podem levar a sérios problemas de dependência intestinal quando usados por um período de semanas ou meses, podendo até mesmo danificar nervos, músculos e tecidos de seu intestino grosso.
Para quem está sendo acometido por esta desordem se faz necessário uma revisão nos hábitos diários, dentre os quais verificar o real consumo de água ao dia, aferição da função tireoideana (exames de sangue), especialmente se for mulher e com mais de 40 anos, bem como melhorar a mastigação, ingerindo regularmente alimentos ricos em fibras, como as hortaliças e frutas in natura, cereais integrais além do acréscimo de óleos essenciais através das sementes de linhaça, castanhas, nozes e amêndoas. Aconselha-se a prática de exercícios regulares para estimular a circulação local bem como reforçar a musculatura da região intestinal, favorecendo o trânsito mais adequado. E ainda, é preciso equilibrar a flora intestinal através do consumo regular de iogurte natural, coalhada, leites fermentados especiais bem como a possibilidade do uso temporário de alguns suplementos com esta indicação.

De acordo com a ciência, o intestino é considerado o “segundo cérebro” em grau de importância no equilíbrio orgânico e manutenção do estado de saúde integral. Portanto, para todos aqueles que almejam qualidade de vida, é muito importante valorizar este órgão e esforçar-se no cumprimento das regras mínimas citadas acima, garantindo seu passa-porte para uma velhice saudável!

 
A PÁSCOA CHEGOU! PDF Imprimir E-mail

A PÁSCOA CHEGOU!!!!

A Páscoa chegou! Comemoremos todos, pois além do motivo oficial desta importante data da era Cristã (morte e ressurreição de Jesus Cristo) ainda temos uma maior oferta de chocolate! E não faltam opções de iguarias destinadas à época.

Porém, somente com muita sabedoria e bom senso será possível não sucumbir às tentações a que ficamos expostos.

É de longa data que o cacau, principal elemento com atividade funcional (medicamentosa) do chocolate, recebe destaque. No século XVI os europeus observaram os potenciais terapêuticos de preparados com o cacau e desde então muitas pesquisas tem sido realizadas. Citamos o trabalho de Mao et al. (2000) que mostraram que as procianidinas presentes no cacau são capazes de retardar a oxidação dos lipídios bem como atuar como inibidoras de inflamações. O pesquisador alemão Prof. Dr. Siegfried Wollgast, também em 2000, afirmou os efeitos benéficos dos polifenóis, entre eles o efeito anti-trombótico, anti inflamatório, modulador do sistema imunológico e analgésico. Outro estudo realizado na Universidade Hospital Colônia, na Alemanha, revelou que seu consumo rotineiro reduz os níveis da pressão arterial. Além dos elementos varredores de radicais livres citados, o cacau contém quantidade considerável de ácido oléico, o mesmo do azeite de oliva, tão benéfico no equilíbrio das gorduras sanguíneas. Portanto, as descobertas científicas confirmam: Sim! O chocolate protege seu organismo do estresse oxidativo, previne o diabete tipo 2, controla a pressão arterial e ainda reforça as defesas do corpo.

No entanto, é preciso lembrar que todas as benesses demonstradas até agora são derivadas do chocolate amargo, pois só este contém a concentração de cacau adequada (60 a 70%), que permite liberar o potencial protetor estudado. Já o chocolate branco e o chocolate ao leite, devido à adição deste último, açúcares e mais outros ingredientes, não oferece estas propriedades. Pelo contrário, somente colabora com generosas quantidades de calorias, levando à ruína a maioria dos tratamentos que visam qualidade de vida e especialmente os emagrecedores. Portanto, nesta época, em que os mais diversos tipos e formas de apresentação do chocolate o tornam mais tentador é preciso lembrar que o consumo excessivo pode por fim a todos os benefícios à saúde já alcançados até o momento.

Por tudo isso, nosso conselho é: deixe de lado a emoção e compre com a razão. Prefira as opções preparadas com chocolate amargo, desfrutando cada pedacinho (20 a 30g/dia) como se fosse o último, deixando desmanchar lentamente na boca. O prazer será inigualável e seu organismo lhe agradecerá. Aproveitem!

 
ADOÇANTES PDF Imprimir E-mail

ADOÇANTES

Com a era da geração saúde uma grande maioria já experimentou ou está fazendo uso de adoçantes. Percebe-se que há muito tempo os adoçantes deixaram de ser exclusividade de quem sofre com o diabetes e não pode consumir açúcar, pois é possível visualizar a ampla distribuição em alimentos de consumo rotineiro da população em geral, como em sucos, gelatinas, cereais para o desjejum, iogurtes, refrigerantes, chicletes, etc.. Apesar de serem considerados seguros pelos órgãos reguladores de países como Brasil e EUA, a toxicidade e os riscos desses produtos continuam causando polêmica e dividem a comunidade médica e científica. Dos mais diversos tipos de adoçantes disponíveis no mercado o aspartame continua sendo alvo das principais críticas em relação aos seus efeitos negativos, onde muitas pesquisas apontam como responsável pela morte de neurônios e surgimento de câncer.

O aspartame é composto por fenilalanina (50%), ácido aspártico (40%) e metanol (10%). A fenilalanina participa da regulação dos neurotransmissores e o ácido aspártico também está envolvido com os neurotransmissores excitatórios do sistema nervoso central. O metanol liberado é convertido no corpo em formato, que pode aumentar o formaldeído ou dicetopiperazina , bem como outros derivados tóxicos. De acordo com o estudo publicado em abril de 2008, no Eur Journal Clin Nutr, intitulado Direct and indirect cellular effects of aspartame on te brain, o aspartame pode causar distúrbios neurológicos e comportamentais em pessoas sensíveis. Foram reportados cefaléia, insônia, ataques epilépticos, provavelmente devido á alteração da concentração cerebral de catecolaminas. A ingestão excessiva do aspartame pode estar envolvida, agindo direta ou indiretamente nas células, na patogênese de certas desordens mentais (DSM-IV-TR-2000), podendo comprometer a função emocional e de aprendizagem.

Vale lembrar que nem todos os adoçantes são menos calóricos que o açúcar e alguns possuem altas doses de sódio, interferindo no controle hidroeletrolítico do corpo, prejudicando o sistema renal e cardiovascular, bem como colaborando na retenção hídrica (inchaço). Outro fator a considerar é que existe uma dose diária limite para consumo dos adoçantes. Os valores variam entre 5,0mg/kg para sacarina e sucralose, 5,5mg/kg para o steviosídeo, 7,0mg/kg para o ciclamato, 15mg/kg para o acesulfame K e 40mg/kg para o aspartame. Esta informação costuma vir no rótulo da embalagem.

Portanto, é preciso reavaliar hábitos de consumo desta categoria, evitando assim o acúmulo de resíduos tóxicos no organismo, reduzindo a probabilidade de adoecer por esta causa. O corpo agradece.

 
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